Em um desdobramento histórico e sem precedentes nas relações internacionais, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e detido por forças dos Estados Unidos após uma operação militar na Venezuela, conforme confirmado por líderes e autoridades norte-americanas.
Segundo relatos oficiais, a ofensiva teve início nas primeiras horas da manhã de sábado, com tropas americanas realizando uma ação direcionada que resultou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que também está sob custódia.
🇺🇸 Prisão e futuro julgamento
O senador republicano Mike Lee afirmou que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, informou que Maduro foi preso para ser julgado em tribunais norte-americanos por acusações criminais, incluindo narcotráfico e outros crimes graves.
Rubio teria dito que a operação visou “proteger e defender aqueles que executavam o mandado de prisão” e que, no momento, não há previsão de novas ações militares adicionais na Venezuela.
🌍 Reações no cenário internacional
A ação dos Estados Unidos provocou reações imediatas em todo o mundo:
- Brasil classificou a intervenção como uma violação séria da soberania venezuelana e uma linha “inaceitável”, pedindo respostas da comunidade internacional.
- Espanha informou que não reconhece a operação como legítima, defendendo a resolução pacífica pelo direito internacional.
- Diversos países e instituições internacionais pediram respeito às normas da ONU e advertiram sobre os riscos de escalada militar na região.
📌 Contexto da operação
A captura de Maduro acontece em meio a acusações de que seu governo estaria envolvido em tráfico de drogas, corrupção e repressão política. Ele já enfrentava indiciamentos nos EUA por narcoterrorismo, e o atual governo norte-americano classificou a ação como parte de uma estratégia para responsabilizar líderes acusados de crimes internacionais.
Ainda não há confirmação oficial sobre a localização exata de Maduro e de sua esposa neste momento, mas fontes próximas às autoridades americanas indicam que ambos devem enfrentar julgamento em Nova York.
